Sempre me dei a licença da inconstância. Mas vezenquando viver em onda enche o saco. E enche mais, mais ainda, quando a gente pensa que finalmente as ondas pararam de bater. Porque, ah, porque quando isso acontece... elas voltam e em vez de nos oscilar nos derrubam, com toda a violência. Não adianta: por mais que se esforce, a gente não doma as ondas. Elas param quando querem. Elas não vão me largar nunca...
Francamente, me deixa ser um pouco lago!
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