Tava vendo coisas aleatórias no computador, e de repente me deparo com um arquivo do qual já tinha me esquecido, uma gravação de uma aula de história do terceiro ano, primeira guerra mundial. Lembro que na época eu pulei os primeiros seis minutos e meio, só com aquele burburinho de início de aula, aquele emaranhado de vozes e palavras indistinguíveis salvo alguns poucos diálogos, a chamada, só com os números, o professor chamando "Regina", um coro dizendo "faltou".
Mas hoje eu os ouvi, os ouvi por inteiro, e ainda de novo, como se fosse a música mais bonita, como se eu reconhecesse cada voz que estava ali imersa. Ah, que saudades, saudades desse tempo que não volta, saudades que de repente me apertam o peito tanto, tanto, até eu dizer chega, como se o som dessas vozes trouxesse consigo uma avalanche de memórias e de afetos... Hoje eu percebi como nunca o quanto me fazem falta.
"De tanto levar
flechada do teu olhar
meu peito até
parece sabe o quê?
Táuba de tiro ao Álvaro
Não tem mais onde furar"
puxa :)
ResponderExcluirQuando lembro do csi também bate saudade, não só de pessoas/lugares/momentos especificos, mas daquele dia-a-dia mesmo, daquela rotina, desse mesmo burburinho antes da aula...
ResponderExcluirSó resta nos alegrarmos por sermos inacianas e termos vivido tudo q vivemos lá; e podermos ter esse prazer de relembrar agora.